State of the Art
Business Literacy 2000

Guia de Estudo para...

Estratégia de Inovação para a Economia do Conhecimento: O despertar de "Ken"

O Consórcio para a Instrução de Negócios (Consortium for Business Literacy) é um grupo de empresários editores de livros que se reuniram com a intenção de redefinir o termo "instrução de negócios", ampliando-o para incluir não somente a compreensão dos aspectos financeiros de negócios, como também a capacidade para utilizar as teorias e práticas que ajudará as pessoas e organizações de êxito a entrar no novo milênio.

Vivemos em uma economia de mudanças caleidoscópicas. A velocidade está aumentando, mas são as inesperadas influências causadas por múltiplas e simultâneas mudanças que desafiam o mais indomável dos administradores.

Dificilmente uma função, setor, indústria ou parte do globo não é afetada por estas novas condições econômicas, sociais e tecnológicas. O foco modificou-se para o conhecimento, aprendizado, capital intelectual e inovação. Na verdade, esta emergente "comunidade de prática do conhecimento" representa uma visão renovada além das práticas de qualidade e reengenharia.

A força motora para escrever este livro foi para integrar teoria e prática. Isto foi feito fornecendo um histórico da tendência, uma estrutura para implementação e uma visão do futuro. No plano geral, o livro não é carregado de estudos de caso. A intenção é desencadear a imaginação dos administradores para que possam participar na criação de uma nova forma de gestão – além dos ultrapassados modelos industriais Tayloristas e das estratégias de divisão de Alfred P. Sloan. Dessa forma, novos padrões de administração estão evoluindo rapidamente e organizações estão procurando ferramentas e tecnologias mais progressivas para converter em capital as oportunidades disponíveis nesta economia do conhecimento.

Uma grande transformação está prestes a acontecer em todo o mundo. Este foco no conhecimento é fundamental – não é a última moda em consultoria administrativa. Conseguir progresso no meio de tantas dinâmicas de gerenciamento requer uma intenção mútua, uma linguagem comum e uma visão compartilhada. Há uma universalidade nas mudanças e quando as similaridades são reconhecidas, os limites e obstáculos começam a desaparecer. A palavra "Ken" – como um termo unificado – tem significado em muitas línguas de nossa sociedade. Cada definição fornece uma faceta dos elementos a serem administrados que estão em constante movimento ou reorganização.

O livro é de leitura relativamente rápida. Qualquer um pode facilmente compreender o escopo da evolução rumo a esta perspectiva do conhecimento – seus princípios, método sistemático para avaliação e sugestões práticas para dar os primeiros passos. Como as idéias são aceitas, individual e coletivamente, determinará o benefício para sua organização. Este é um processo de descoberta, o qual deveria ser compartilhado.

Os verdadeiros teóricos podem considerar o conteúdo do livro simplista. Os administradores com conceitos mais limitados podem considerar as idéias muito teóricas e visionárias. Os líderes empresariais, de setores lucrativos ou não, vão provavelmente achar as idéias investigáveis, constrangedoras e prontas para a prática.

Lembre-se, a economia do conhecimento é uma economia muito pessoal. Diferente das sociedades agrícola, industrial e de informação precedentes, o conhecimento reside dentro de cada um. O sucesso virá de acordo com sua habilidade de criar novas idéias, de permitir com que boas idéias progridam e eventualmente de assegurar que elas sejam convertidas em produtos e serviços que beneficiam seu círculo de negócios. Para muitas organizações, a habilidade de criar um futuro sustentável é diretamente proporcional a como elas sustentam e desenvolvem sua capacidade intelectual.

Dicas para Grupos de Estudo:

1. Selecionando um Grupo de Estudo: Idealmente, os membros do grupo representarão uma variedade de funções nos sistemas de valores (p. ex., finanças, recursos humanos, tecnologia de informação, qualidade, pesquisa, engenharia, marketing de produtos, vendas, serviços, etc.). Cada um lerá o livro com um paradigma diferente – habilidades, educação, valores, papel funcional, perspectiva de negócios e aspirações. Estas são as "competências complementares" a serem trazidas para auxiliar na construção da capacidade de inovação.

2. Determinando Assuntos para Discussão: Existem quatro partes básicas do livro: Contexto (Capítulos 1, 2 e 3), Conteúdo: (4,5, 6 e 9), Calibragem (Capítulos 7 e 8) e Futuro (Capítulo 10). A discussão pode ser focalizada em cada capítulo individualmente ou atribuições podem ser feitas para cada seção de insights agrupados.

3. Completando a Avaliação da Inovação: A avaliação pode ser feita individualmente, completando o quadro radar na Figura 8-2. O leitor individualmente deve tentar responder às questões para a melhoria do seu conhecimento e para o ponto de vantagem na organização. Com isso, os quadros completos podem ser compartilhados com o grupo. Isto pode ser feito com membros do grupo de estudo e/ou com um grupo maior de administradores representando a liderança através de funções, unidades de negócios ou segmentos de mercado.

4. Discutindo os Resultados: O diálogo é mais importante que os números. A forma de avaliação que alguém ou um grupo seleciona não é tão importante quanto o significado por trás da escolha. A razão pela qual alguém escolhe um número geralmente representa o conhecimento intocado e tácito de um colega. Esteja aberto para os pensamentos não tradicionais dos outros. As vezes a explicação de alguém pode produzir um contraponto para a discussão e abrir toda uma nova dimensão de pensamento.

5. Descobrindo Idéias Escondidas: Valorize suas primeiras impressões. Existem alguns guias práticos que poderão emergir da discussão. É muito cedo para julgar os comentários. Inicialmente, todas as percepções são validas. Através de uma exploração das razões por trás de certas avaliações, o grupo pode descobrir idéias que poderiam conduzir a estratégias alternativas de negócios e operações administrativas melhoradas.

6. Usando a Linguagem Figurativa: As citações selecionadas no começo de cada capítulo tem a intenção de capturar a essência das mensagens inerentes. Linguagem figurativa, metáforas e visualização são técnicas importantes na economia do conhecimento. No meio de tal complexidade administrativa, as pessoas procuram simplicidade. O livro inclui muitos exemplos (p. ex., a metáfora das fontes, as noções das dinâmicas de caleidoscópio, etc.). Como fazê-los – ou como fazer alguns dos seus melhores exemplos – permitem discutir os conceitos de maneira mais eficaz.

7. Compartilhe seus Resultados: A economia do conhecimento prospera ao compartilhar idéias com cada um. O livro descreve a evolução para 5ª geração de negócios. Fornecendo os resultados com a rede ENTOVATION Network, nós somos capazes de desenvolver a base administrativa para a 6ª geração. Esta é a essência do "ken" – uma compreensão, escala de visão, capacidade de centrar-se em meio ao caos, compartilhando diversas perspectivas e aplicando idéias para a mútua prosperidade da nossa organização e sociedade.

Capítulo Escopo Proposta Questões para Discussão

1.

Conscientização Contexto Focalizar na estratégia de conhecimento como fundamental, não como modismo. Q1. O que se pode observar na mudança para a economia do conhecimento?

Q2. Como poderia definir o processo de inovação na sua empresa?

2.

Dinâmicas Caleidoscópicas Contexto Ver as mudanças de forma positiva com um mandato para a inovação Q1. Usando a Figura 2-1, identifique onde a sua organização está localizada e onde deveria estar.

Q2. Nomeie os pontos fortes/fracos relativos de diferentes organizações.

3.

Fontes de Tempo Contexto Ter uma idéia do escopo da evolução do movimento do conhecimento e dos eventos chave e dos influenciadores. Q1. Usando os passos nas páginas 28 e 29, coloque a sua própria jornada de tempo

Q2. Crie um pacote de Instruções Executivas de artigos/referências chave.

4.

Comunidade da Prática Conteúdo Identificar as visões funcionais múltiplas direcionando para uma linguagem comum. Q1. Usando a Figura 4-2, descreva a linguagem comum que é emergente.

Q2. Crie um quadro de como a sua função/negócio agrega valor a outros.

5.

Inovação do Sistema de Valores Conteúdo Refocalizar, ao invés de uma cadeia de valores, em um sistema de atividades interdependentes. Q1. Completar o teste Litmus nas páginas 62 e 63. Comparar as perspectivas.

Q2. Discutir como a inovação ocorre em sua organização – linear versos sistemas.

6.

Arquitetura de Gestão Conteúdo Identificar os fatores econômicos, comportamentais e tecnológicos para a sustentabilidade. Q1. A sua organização usa uma arquitetura ou um quadro de gestão?

Q2. Crie um mapa do sua própria Rede Estratégica de Negócios (veja Figura 6-2).

7.

Avaliação Interna Medidas Medir a capacidade de inovação das variáveis consideradas contrárias no ciclo de inovação. Q1. Discutir as dez dimensões da estratégia de inovação (veja Figura 7-1).

Q2. Responder os 5 conjuntos de questões de acordo com o estado atual e o desejado.

8.

Avaliação Externa Medidas Medir a capacidade de inovação das variáveis consideradas a favor no ciclo de inovação. Q1. Responder os 5 conjuntos de questões de acordo com o estado atual e o desejado.

Q2. Completar e comparar o quadro radar (Figura 8-2). Determinar as prioridades mais importantes.

9.

Cliente Conteúdo Identificar as formas para considerar os acionistas externos como fontes de conhecimento. Q1. Discuta sua interação com os clientes atuais. Eles são fontes de conhecimento?

Q2. Qual é a diferença entre satisfação do cliente e cliente de êxito?

10.

Futuro Futuro Imaginar um estado final desejável e as atividades necessárias para realizar os objetivos futuros. Q1. Crie a sua própria Previsão de Tempo (Figura 10-1).

Q2. Quais padrões de gestão estão emergindo? Compare com as páginas 141-142.

Para maiores informações sobre o Guia de Estudos para a Estratégia de Inovação para a Economia do Conhecimento: O Despertar de "Ken", favor entrar em contato com a Sra. Debra M. Amidon, no e-mail debra@entovation.com.

Traduzido por: Rodrigo Weber e Rogele Vidal, Paraná Tecnologia, rweber@pr.senai.br.

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Last updated: 06 Dec 1999